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Sobre Julho de 2015 (e algo a mais)


Eu estava com saudade de postar algo com minha bola de pelo favorita e com saudade de postar selfie com expressão estranha. Eu amo/sou tons roxos agora mais do que nunca, pois é o tom que cai melhor na pele amarela em que nasci. hahaha 

Esse post do mês vai ser um pouco diferente. Quando eu mudei o blog de "conceito", digamos assim, eu disse que não queria ter sempre um roteiro para seguir. E de certo modo, os resumos mensais estavam ficando assim. Então nesse, vai ser diferente.

Mais um semestre se passou. Diria que nesses últimos 365 dias, eu fui testada. De várias formas. Primeiro foi o meu limite emocional: mortes, doenças, traições. Segundo foi o meu limite mental. Ficar sozinha em casa com meu pai gripado não foi fácil, cuidar de nove animais sozinha com final de período... uau. Achei que iria ficar louca, mas veja só, tô bem, inteira e com mais experiências para compartilhar! Ao invés de pirar, eu resolvi crescer. E não é que deu certo? Parei de choramingar, dizendo que não suportava mais. E comecei a reaprender a ser forte. 

\obrigada por não me deixar esquecer/ 

Julho foi um mês como os dois anteriores. Um mês difícil. Eu já estou quase criando um medo das férias, mas não deixo a minha gratidão ser maior do que o medo. hahaha Que bom que as maiores loucuras acontecem nas férias! Ufa! 

Eu sempre fui muito apegada a tudo. Não quero muitos amigos, muitas coisas... mas o que eu tenho eu tenho a necessidade de literalmente possuir. Gosto de saber que é meu e isso não é um sentimento saudável para se manter. Não é legal. Daqui eu não levo nada. E isso faz parte da falsa ideia de poder que eu ainda tenho. Estou lutando para melhorar isso, mas olha... eita treco complicado para largar. Não quero ter medo, mas a ideia de segurança está ligada a ideia de posse, controle. Então estou tendo que entender que essa posse, essa falsa ideia de poder, não me deixa mais protegida. Pelo contrário. 

Eu continuo nessa evolução. Eu cheguei a um ponto onde dizia "não dá mais" e percebi o quanto vacilei. Nós nunca estamos tão evoluídos assim por mais que achemos o contrário. E quando eu achei que já era o suficiente o que tinha conquistado, justamente a falsa ideia de estabilidade, foi quando eu caí. Foi por pensar que eu já estava totalmente pronta e aquele era meu máximo, que eu cai feio. Se eu tivesse entendido o meu potencial naquela época, isso não teria acontecido. Mas faz parte do aprendizado, ninguém nasce tão sábio, não é verdade? Tô aprendendo! (:


E a melhor coisa de julho é... voltei as aulas! hahaha A bolsa significa a mudança de cor predominante no armário. Eu sempre amei a cor preta em roupas, sapatos, bolsas... mas quero algo mais claro. Então estou substituindo o preto pelo marrom. Sim, realmente estou mudando completamente a minha vida nesse ano. 

O caderno foi presente de uma amiga "super econômica" (menos com comida), se liga na declaração de amor! Tô registrando até em meu blog, Rê! ^.^ hahaha E eu não sei o motivo, mas eu gosto de pisos. Então... Me deu tanta vontade de tirar fotos e colocar aqui no blog! Eu as tirei no último dia de julho. Pensando nesse post, pensando em você do outro lado da tela. Obrigado por ter lido até aqui, estou sentimental hoje. Ou melhor, estou assumindo aqui a minha sentimentalidade aflorada sempre.

E lembre-se: quem faz o seu dia, a sua semana, o seu mês, o seu ano, a sua vida, É VOCÊ. Não culpe os outros, não culpe Deus/deus/deusa/deuses, também não se culpe. Perdoar é a segunda melhor coisa que pode acontecer a um homem depois do amor. Obrigada julho, bem vindo agosto!

Gratidão.

Ana Lua, com carinho e alegria
dei uma atualizada na rua-das-flores: Ruído Artístico