A única certeza da vida, é que ela é incerta (e nós também)

~ amém, vida ~

E por isso ela muda, nós mudamos. Eu não entendia antes gente que dizia não mudar, pois já era adulto. Apesar de que, por um pequeno tempo, isso de certa forma me confortou (sempre mudo demais e tem vezes que dói demais). Mas hoje, eu percebo que se na vida adulta significa não mudar, ou seja, não ser capaz de me acrescentar ou retirar nada, qual o sentido que teria em continuar a caminha sobre a terra? Nenhum. Se ser adulta fosse morrer por dentro, ser algo imutável, um objeto, uma não pessoa, eu iria continuar aqui pra quê? Que coisa triste é alguém dizer que não muda. A pessoa está morta por dentro e talvez nem saiba. Vive sem razão. Vive sem propósito. E de quanta coisa se priva! Quanta coisa deixa de modificar! É maravilhoso viver sem a influência constante de hormônios conflituosos da adolescência, mas o fator camaleão, a bagunça organizada, a metamorfose ambulante... essa, eu decido me prender a essa liberdade de ser inconstante, de me moldar e de me refazer quantas vezes eu quiser. 

Não desista enquanto tudo estiver ruim, pois você pode melhorar. Não desista enquanto tudo estiver bom, pois você pode deixar ainda melhor. Não desista da vida antes dela deixar você ir. Deixe a vida te surpreender e te dar tudo o que você merece. O único tipo de surpresa que nunca deixará de realmente nos surpreender (a gente na vida realmente nunca sabe de nada, somos todos Jon Snow). A gente pode até não ter pedido pra nascer, mas já que estamos aqui, melhor aproveitar!

Ana Débora, com carinho e gratidão
essa foi a resposta para minhas atuais angústias

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