
Difícil, né? Agora só tiro foto com o celular. Sorry. Estou super feliz por terem curtido o último top 3! *-*
Estava querendo postar algo, pois tenho recebido leitores novos e comentários lindos que... Ah, eu simplesmente tinha que postar algo. E aqui estou eu. Adoro tags e memes. E como boa egocêntrica, adoro escrever ou falar sobre mim. Dai nessa tag, fui indicada pela linda e talentosa Paulinha, do blog Utopia Concreta. Consiste em criar um texto falando sobre o meu nome. Fiquei super feliz de ter sido indicada e já estou aqui, pronta para escrever e postar no mesmo instante. Esse post será no como chegar na padaria e pegar o pão morninho. haha
Obs.: se tiver algum erro de português, só me avise. Depois irei revisar o post novamente. Quando posto assim sempre deixo passar alguma coisa... hehe
Sobre o meu nome...
Não me lembro ao certo quando a minha mãe me contou o motivo de ter escolhido o meu nome. Eu que perguntei, acredito. Sempre fui e suponho que sempre serei muito curiosa. Quero sempre saber de tudo e óbvio que com o meu nome não seria diferente. E começaram, assim, as descobertas sobre o meu nome.
Eu quase me chamei Ana Júlia. Sim, quase. Por causa da música de Los Hermanos mesmo. Mas ainda bem que não, ou seria tachada de tanajura. E ainda fui. Imagina se meu nome realmente tivesse sido esse... Supostamente, um apelido para a vida toda. Mas, acabou que foi Ana Débora. Ana por causa do no do meu pai, Antonio; também por minha bisavó paterna se chamar Ana. Duas tacadas com um nome só! E o Débora, pois o nome da minha mãe é Djane. Assim, tenho o A do meu pai, o Ana da minha bisa e o D da minha mãe. Ana Débora. Prazer.
Mas saber só isso era muito pouco. Queria mais. Sei que um dos meus nomes significa abelha e o outro, cheia de graça. Ana é considerado um nome leve, Débora um nome forte. Acho que isso condiz muito com quem eu sou. Eu tenho esses dois lados em mim. Em algumas épocas já preferi o Ana. Em outras o Débora. Meu apelido mais comum é Aninha. E atualmente gosto que me chamem por qualquer um dos três. Mas soa mais legal quando é o nome todo. Sou eu inteira, a leveza e a força ao mesmo tempo. O que eu lutei tanto para conseguir ter e manter.
Adoro meu nome. O Ana é comum. Já o Débora, não tanto. Um é fácil de escrever. O outro sempre gera dúvidas. Um nome é pequeno e leve. O outro é grande e pesado. E eu sou esse tipo de pessoa. Eu tenho sempre dois polos opostos dentro de mim, lutando para obter o equilíbrio. E até com o meu nome, isso ocorre. Ana Débora. Eis o meu nome. Eis quem eu sou.